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Mais um cidadão americano é morto pelo Serviço de Imigração e Alfândega (ICE)

Minneápolis - Um homem de 37 anos morreu na manhã deste sábado (24) em Mineápolis , no estado de Minnesota , após ser baleado por um agente...

Minneápolis - Um homem de 37 anos morreu na manhã deste sábado (24) em Mineápolis, no estado de Minnesota, após ser baleado por um agente federal de imigração dos Estados Unidos durante uma patrulha do Departamento de Segurança Interna (DHS).

O episódio ocorre em meio a um clima de forte tensão no estado, que tem registrado a intensificação das operações federais de imigração, envolvendo agentes do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) e do próprio DHS. No início do mês, uma cidadã americana também morreu baleada em circunstâncias semelhantes.

Segundo o DHS, o agente efetuou os disparos em legítima defesa, após o homem, supostamente armado, se aproximar da equipe durante a patrulha. A vítima morreu no local.

No entanto, o jornal The New York Times informou que imagens analisadas quadro a quadro indicam que o homem segurava um telefone celular no momento em que foi derrubado no chão e atingido pelos disparos, o que contrasta com a versão oficial apresentada pelas autoridades federais.

A vítima foi identificada como Alex Pretti, conforme informou a Associated Press com base no relato dos pais. Pretti era enfermeiro e trabalhava em uma unidade de terapia intensiva.

Ainda de acordo com a AP, o agente responsável pelos disparos tinha oito anos de experiência na Patrulha de Fronteira. Testemunhas ouvidas pelo jornal local The Minnesota Star Tribune relataram que Pretti foi atingido várias vezes no peito.

Em nota oficial, a polícia de Minneapolis afirmou que a vítima era cidadã americana, residente da cidade e possuía permissão legal para porte de arma. As autoridades informaram ainda que ele carregava uma pistola e dois carregadores no momento do confronto.

Na sexta-feira (23), moradores de Minneapolis e de outras cidades do estado realizaram protestos contra a truculência do ICE. Restaurantes, lojas e instituições culturais fecharam as portas após a convocação dos atos. Segundo os organizadores, mais de 700 estabelecimentos em todo o estado aderiram ao fechamento. Manifestações semelhantes também foram registradas em outras cidades dos Estados Unidos.

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